Como se joga Quem é mais provável?
- Leiam a pergunta «Quem é mais provável que…?».
- Cada participante escolhe em segredo alguém do grupo.
- Quem tiver mais votos recebe o título da ronda.
- Numa sala, quem previu o nome mais votado ganha um ponto.
Aparece uma pergunta sobre algo improvável, corajoso ou divertido. Todos votam numa pessoa e o resultado dá ao mais votado um título para recordar.
É o jogo com a preparação mais curta de toda a coleção. Bastam pelo menos 3 jogadores (a app aceita até 20) e um telemóvel: não há papéis secretos, folhas nem cronómetro. No ecrã de preparação escrevem os nomes e escolhem uma única coisa, o «Número de perguntas»: 5, 10, 15 ou 20 (10 por predefinição).
Com 5 perguntas é um intervalo de menos de dez minutos, ideal enquanto a pizza não chega; com 20 passa a ser o jogo da noite. As perguntas saem ao acaso de um baralho de frases pensadas para todas as idades, e a app tenta não repetir as que acabaram de sair. Não é possível escolher categorias nem escrever perguntas próprias: joga-se com o baralho da app.
O jogo muda bastante consoante o joguem com um só telemóvel ou numa sala, e vale a pena sabê-lo antes de começar.
Neste modo a app não sabe quem votou em quem, por isso não há pontos individuais: contam apenas os títulos.
Cinco amigos numa sala: Margarida, Gonçalo, Beatriz, Filipa e o avô Zé. Aparece uma pergunta como «Quem é mais provável que traga petiscos para o grupo todo?».
É aqui que a sala tem graça: o título premeia quem é escolhido, enquanto o ponto premeia quem sabe prever o que os outros vão pensar. São duas classificações diferentes, e raramente coincidem.
O título é uma distinção, não uma sentença: as perguntas da app são leves de propósito. O melhor momento chega depois do veredicto, quando se pede ao mais votado que conte o episódio em que toda a gente estava a pensar. Deem espaço a esses trinta segundos de histórias: é aí que o jogo se torna memorável.
Não há palavras para adivinhar nem bluffs para sustentar, por isso quase toda a gente pode jogar: famílias com crianças, avós, colegas que se dão bem. O grupo que mais se diverte vai de 5 a 12 pessoas que se conhecem bem; a três também funciona, mas os votos dispersam-se menos e os empates são frequentes.
É ótimo para quebrar o gelo num jantar de antigos colegas de turma que não se veem há anos, num aniversário, no Natal em família ou numa pausa entre dois jogos mais exigentes. Se procuram mais ideias para mesas com idades misturadas, espreitem jogos em família para todas as idades e jogos para grupos grandes. Para outro jogo de escolhas que dá para rir, há o Você prefere?; se o grupo quiser um pouco de bluff, passem ao Impostor.
Sim. Na sala, o voto em si próprio conta como qualquer outro, incluindo para o +1 da maioria. Com um só telemóvel vota-se apontando o dedo, por isso a decisão é vossa: apontar para si mesmo é perfeitamente válido.
O título vai para todos os mais votados empatados. Com um só telemóvel, selecionem vários nomes antes de tocar em «Atribuir o título»; na sala o empate é calculado automaticamente, e o +1 vai para quem tiver votado num dos primeiros.
Na sala sim, com o botão de abstenção: quem se abstém não altera a contagem e não ganha pontos. Com um só telemóvel basta não apontar para ninguém.
Com um só telemóvel não há propriamente um vencedor: a app resume quantos títulos cada um conquistou. Na sala existe também a classificação dos pontos, que premeia quem previu mais vezes a escolha do grupo.
Sim, o baralho foi pensado para todas as idades: situações do dia a dia, como esquecer as chaves, pedir sempre o mesmo prato ou trazer os petiscos. Nenhuma pergunta foi pensada para envergonhar alguém.